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Últimas do Peletron

Blog GeniusDesign | Peletron

  • Versão 2.7 do guia do DOAJ detalha exigências para S2O e políticas de copyright

    O DOAJ (Directory of Open Access Journals) anunciou o lançamento da versão 2.7 do seu "Guide to Applying" (Guia de Candidatura), introduzindo revisões significativas que impactam autores e editores. As atualizações, apresentadas pelo Chefe Editorial Matt Hodgkinson, focam na flexibilização de direitos autorais, em novas exigências para o modelo Subscribe to Open (S2O) e na padronização da linguagem das diretrizes.

    Direitos Autorais Compartilhados

    Uma das mudanças mais notáveis refere-se à postura da organização sobre o copyright compartilhado. Anteriormente, o DOAJ não permitia que os direitos autorais fossem divididos entre autores e editoras. Com a nova atualização, a política passa a admitir que o copyright seja compartilhado entre o autor (e sua instituição) e a editora, embora o DOAJ continue a não recomendar essa prática devido à sua complexidade jurídica.

    A organização ressaltou que, mesmo quando o autor retém o copyright, as editoras são desencorajadas a impor restrições aos direitos do proprietário. Além disso, os termos de direitos autorais não devem contradizer os termos de licenciamento ou a declaração de acesso aberto da revista.

    Novas Regras para o Modelo Subscribe to Open (S2O)

    O modelo S2O, que permite que revistas de assinatura se tornem de acesso aberto anualmente caso atinjam metas financeiras, agora enfrenta critérios mais rigorosos. O DOAJ identificou que algumas editoras estavam atrasando a decisão sobre o status de acesso aberto em dois ou três meses a cada ano, o que criava períodos de acesso fechado.

    Para corrigir isso, a nova política estabelece que a decisão sobre o status de acesso aberto para o ano seguinte deve ser tomada sem interrupções. O DOAJ reforçou que não permite o acesso aberto atrasado ou com embargos e que, uma vez que o conteúdo é tornado aberto via S2O, ele deve permanecer aberto permanentemente. Essa medida visa também evitar o "double dipping", onde taxas de processamento de artigos poderiam ser cobradas indevidamente durante períodos de incerteza sobre o status da revista.

    Clareza na Linguagem e Fim das "Revistas Bronze"

    A versão 2.7 também traz uma padronização terminológica para evitar ambiguidades. A partir de agora, o termo "must" (deve) indica um requisito obrigatório, enquanto "should" (deveria) sinaliza uma recomendação. Termos como "may" (pode) ou "permitted" (permitido) indicam ações autorizadas.

    Além disso, o DOAJ clarificou sua posição contra as chamadas "revistas Bronze", afirmando explicitamente que não aceita periódicos que restringem o reúso de seu conteúdo apenas ao "fair use" (uso aceitável), exigindo licenças de acesso aberto que permitam maior liberdade aos usuários.

    As atualizações foram desenvolvidas em colaboração com a equipe editorial e o Grupo Consultivo de Políticas Editoriais, buscando garantir que as práticas de publicação sigam os mais altos padrões de transparência e integridade.


    Fonte: DOAJ
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  • Concurso do 2º Prêmio Doutor Félix Valois Coelho Júnior seleciona artigos para revista jurídica

    O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), por meio da Escola Superior da Magistratura do Amazonas (ESMAM), publicou nesta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, o edital para o concurso “2º Prêmio Doutor Félix Valois Coelho Júnior”, destinado à seleção de artigos científicos para publicação na Revista de Direito da Amazônia (ISSN: 2675-8660).

    O concurso é voltado exclusivamente a doutores ou doutorandos/mestrandos em coautoria com doutor, com limite de até três coautores por artigo. O autor do artigo vencedor receberá um prêmio no valor de R$ 6.000,00 (seis mil reais).

    As submissões deverão ser feitas entre 5 e 31 de março de 2026, exclusivamente pela plataforma Open Journal System (OJS) da Revista de Direito da Amazônia, sendo necessário cadastro prévio antes da submissão do texto.

    Os artigos submetidos devem ser originais e inéditos no Brasil, não podendo estar sendo avaliados simultaneamente por outro periódico. Também é obrigatório que o autor possua registro ORCID e que o trabalho esteja redigido conforme as normas técnicas da ABNT.

    Para garantir ética e qualidade na avaliação, o concurso adotou as diretrizes do Committee on Publication Ethics (COPE), e a avaliação será realizada por um Comitê Científico designado pela ESMAM.


    Fonte: TJAM
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  • APET celebra A2 no Qualis para RDTA: revista consolida nova fase editorial

    A Associação Paulista de Estudos Tributários (APET) anunciou em seu site que a Revista de Direito Tributário da APET foi classificada no estrato A2 do Qualis/CAPES. No comunicado, a entidade destaca que a revista, criada em 2004, passou por uma retomada estratégica a partir de 2023, com a adoção de avaliação por pares em dupla revisão às cegas, critérios científicos mais rigorosos e compromisso explícito com a pesquisa de qualidade.

    O comunicado ressaltou ainda que, segundo consulta realizada pela própria APET ao sistema Qualis Sucupira, no recorte específico do Direito Tributário, não há periódico avaliado em estrato superior ao A2 no ciclo 2021–2024, o que reforça a relevância do resultado para a área. A mensagem é assinada por Marcelo Magalhães Peixoto, presidente da APET e editor-chefe, que atribui a conquista ao trabalho conjunto de autores, pareceristas, editores e leitores.

    Para a nova fase, iniciada em fevereiro de 2023, a APET contratou a GeniusDesign para estruturar e implementar a transformação digital da revista. A parceria envolveu a implementação da plataforma eletrônica baseada no Open Journal Systems (OJS), com a configuração do fluxo completo de atividades editoriais no sistema e o cadastramento de todo o acervo da revista na versão digital, a hospedagem do sistema em servidores da própria GeniusDesign com suporte técnico contínuo até o presente momento, o desenvolvimento do projeto gráfico da interface eletrônica e a implantação de um plugin de tema personalizado e exclusivo, além de suporte operacional vigente de modo contínuo.

    O reconhecimento no Qualis ocorre em paralelo à consolidação do ecossistema de publicações da APET, que também abriga a Revista de Direito Contábil Fiscal, que obteve classificação B1 no último ciclo avaliativo.

    "Trata-se de uma conquista coletiva, construída com o trabalho sério de autores, pareceristas, editores e leitores. Meu agradecimento sincero a todos que participaram dessa trajetória e acreditaram nesse projeto",

    completou Marcelo Magalhães Peixoto, presidente da APET e editor-chefe da Revista de Direito Tributário e da Revista de Direito Contábil Fiscal.

    A visibilidade ampliada e o selo A2 tendem a atrair novas submissões qualificadas, fortalecer a rede de avaliadores e ampliar o impacto dos artigos publicados na formação e na pesquisa em Direito Tributário. Para autores, programas de pós-graduação e instituições, o resultado sinaliza maior confiabilidade do periódico e alinhamento às melhores práticas editoriais internacionais.


    Fonte: APET
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  • Integridade na publicação: padrões internacionais para autores científicos

    A comunicação científica responsável é um dos pilares centrais da credibilidade e da relevância da pesquisa acadêmica. Mais do que relatar resultados, publicar um artigo científico implica assumir compromissos éticos, metodológicos e editoriais que sustentam a confiança da comunidade científica e da sociedade nos conhecimentos produzidos.

    Nesse contexto, apresentamos um guia fundamental de boas práticas para autores científicos, baseado no documento "Responsible research publication: international standards for authors", elaborado como resultado da 2ª World Conference on Research Integrity (Singapura, 2010), para orientar autores na condução e na apresentação responsável de suas pesquisas.

    Ao estabelecer princípios claros sobre integridade, transparência, autoria, originalidade e responsabilidade pós-publicação, o gui oferece um referencial prático não apenas para pesquisadores, mas também para editores e equipes editoriais que atuam na mediação e qualificação da comunicação científica.

    1. Pesquisa sólida e confiável

    Os autores devem assegurar que a pesquisa relatada foi conduzida de forma ética, responsável e em conformidade com as legislações vigentes. Isso inclui métodos adequados, análise correta dos dados e revisão cuidadosa de todas as etapas do manuscrito antes da submissão. Para os periódicos, esse princípio reforça a importância de políticas claras de ética em pesquisa e da exigência de informações sobre aprovação ética quando aplicável.

    2. Honestidade na apresentação dos resultados

    Práticas como fabricação, falsificação ou manipulação inadequada de dados são severamente repudiadas. Os resultados devem ser apresentados de forma clara, completa e sem omissões seletivas, inclusive quando não corroboram a hipótese inicial. Para editores, isso dialoga diretamente com a necessidade de diretrizes sobre integridade científica, uso ético de dados e correções pós-publicação.

    3. Equilíbrio e contextualização científica

    Novos achados devem ser apresentados à luz da literatura existente, com reconhecimento justo do trabalho de outros pesquisadores e explicitação das limitações do estudo. Revisões narrativas ou sistemáticas, em especial, devem ser completas e balanceadas, evitando vieses interpretativos. Esse ponto reforça o papel do processo de avaliação por pares na mediação da qualidade do conteúdo publicado.

    4. Originalidade e prevenção de más práticas

    O manuscrito submetido a uma revista científica deve ser original, não publicado anteriormente e não estar em avaliação simultânea em outro periódico. Os autores não devem reutilizar textos, dados ou resultados de trabalhos anteriores como se fossem inéditos, nem fragmentar um mesmo estudo em múltiplas publicações sem justificativa científica. Quando há reaproveitamento de dados, análises secundárias ou traduções de artigos já publicados, essas situações devem ser explicitamente informadas ao periódico, com a devida referência à publicação original, garantindo clareza e transparência para editores, avaliadores e leitores. Para editores, esses são fundamentos devem ser centrais nas políticas de submissão e do uso criterioso de ferramentas de detecção de similaridade.

    5. Transparência sobre financiamento e conflitos de interesse

    Todas as fontes de financiamento e potenciais conflitos — financeiros ou não — devem ser explicitamente declarados, assim como o papel do financiador no desenho e execução da pesquisa. A adoção de formulários padronizados de Conflito de Interesses e a publicação dessas informações contribuem para a credibilidade do periódico perante leitores e indexadores.

    6. Autoria responsável e reconhecimento adequado

    A autoria deve refletir fielmente as contribuições intelectuais ao trabalho, evitando práticas como guest, gift ou ghost authorship. Os critérios de autoria devem ser definidos desde o início do projeto e todos os autores devem aprovar a versão final do manuscrito. Para periódicos científicos, esse ponto reforça a necessidade de políticas explícitas de autoria e contribuições (como a Taxonomia CRediT).

    7. Responsabilização e pós-publicação

    Os autores compartilham a responsabilidade pela integridade do artigo mesmo após a publicação, devendo cooperar com correções, retratações e esclarecimentos quando necessário. Também se espera abertura para responder a comentários pós-publicação. Esse princípio se alinha às boas práticas editoriais de manutenção do registro científico.

    8. Respeito ao processo editorial e à revisão por pares

    Responder de forma profissional e adequada aos pareceres, respeitar embargos de divulgação e seguir as convenções editoriais são atitudes essenciais. Para os editores, esse ponto respalda a adoção de fluxos editoriais bem definidos e transparentes no OJS ou em outras plataformas de publicação.

    9. Pesquisa envolvendo seres humanos e animais

    Estudos com humanos ou animais devem apresentar aprovação de comitês de ética, consentimento informado e responsabilidade na divulgação de dados sensíveis. Esses requisitos dialogam diretamente com critérios de indexação e boas práticas internacionais de publicação científica.

    Considerações finais

    Mais do que um guia para autores, esses padrões internacionais funcionam como uma base sólida para políticas editoriais, instruções aos autores e ações formativas promovidas por periódicos científicos. Ao incorporá-los de forma explícita em suas diretrizes, os editores fortalecem a integridade, a transparência e a confiabilidade da comunicação científica de seus periódicos.


    Fonte: COPE
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  • Revista da EMERJ conquista A4 no Qualis CAPES 2021–2024

    A Revista da EMERJ divulgou em sua página a elevação de seu estrato no Qualis CAPES referente ao quadriênio 2021–2024, passando do B4 para o A4. O comunicado ressalta que o resultado reflete o fortalecimento do periódico e o aprimoramento contínuo de seus padrões científicos e editoriais, com ênfase na qualidade dos artigos publicados, na seriedade da avaliação por pares e na observância de boas práticas editoriais adotadas no cenário acadêmico nacional.

    No comunicado, o editor-chefe, Dr. Antonio Aurélio Abi Ramia, registra agradecimento ao Conselho Editorial, pareceristas, autores e equipes de gestão editorial, atribuindo a conquista ao esforço conjunto dessas instâncias. A revista destaca que a nova classificação amplia sua visibilidade no meio acadêmico jurídico e reforça seu papel como instrumento relevante de difusão do conhecimento, contribuindo para o fortalecimento institucional da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro.

    A Revista do EMERJ é Membro Crossref Patrocinado pela GeniusDesign, responsável pela ativação dos DOIs dos trabalhos publicados, desde maio de 2025.

    Seja você também um Membro Crossref Patrocinado pela GeniusDesign.


    Fonte: Revista da EMERJ
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  • American Chemical Society fecha parceria com a Consensus para levar pesquisa revisada por pares à era da IA

    A American Chemical Society, por meio de sua divisão de Publicações e da ACS Ventures, anunciou uma parceria com a Consensus para aproximar a pesquisa científica revisada por pares dos fluxos de trabalho movidos por IA. O acordo permite que a Consensus acesse o texto completo de conteúdos selecionados e tradicionalmente protegidos por paywall dos periódicos da ACS, com o objetivo de oferecer resultados de busca mais precisos e resumos gerados por IA que apontam diretamente para a literatura original, com citações transparentes. A parceria divulgada no final de 2025 sinaliza um movimento de convergência entre plataformas acadêmicas e ferramentas de síntese assistidas por IA.

    Qual a importância da parceria

    Pesquisadores já dependem de motores de busca acadêmicos, mas a etapa de leitura e validação continua custosa. Em um cenário em que muitas ferramentas de IA priorizam conveniência à credibilidade, o diferencial aqui é o compromisso explícito com fontes revisadas por pares e rastreáveis. A Consensus declara que foi construída para apoiar revisões de literatura, combinando um índice curado de pesquisa, citações transparentes e uma interface “AI-first”, enquanto a ACS vê a colaboração como um passo para tornar a literatura confiável mais visível e compreensível para públicos diversos, de estudantes a especialistas.

    O que muda na prática

    Com parte do acervo da ACS indexado em texto completo na Consensus, as respostas geradas por IA poderão trazer trechos contextualizados do próprio artigo de origem, reduzindo ambiguidades de abstracts e melhorando a precisão do “preview” antes do clique. No lugar de respostas soltas, o usuário recebe sínteses curtas com links diretos para a fonte, o que facilita conferir o método, os dados e as limitações de cada estudo. A ACS descreve esta fase inicial como um piloto, com um conjunto direcionado de conteúdos em texto integral para medir impacto e utilidade, e com intenção declarada de expansão se os resultados forem positivos.

    O anúncio indica que estamos no início de um arranjo que pode se tornar padrão: editores concedendo acesso controlado a texto completo para motores de IA especializados, em troca de descoberta qualificada e métricas de engajamento mais ricas. Se o piloto mostrar valor, a ACS planeja ampliar o escopo para todo o portfólio, o que pode redefinir como bibliotecas, pesquisadores e plataformas educacionais integram a IA ao ciclo da revisão de literatura. Para o ecossistema, esse modelo aponta para uma convivência pragmática entre proteção de conteúdo e abertura inteligente via parcerias.

    O que observar com prudência

    Como toda camada algorítmica, a qualidade da resposta dependerá da cobertura e do alinhamento com a pergunta. Indexação em texto completo não elimina vieses de busca, nem substitui a leitura integral quando a decisão depende de detalhes metodológicos. É importante avaliar como a ferramenta explicita o conjunto de estudos usados, como lida com resultados divergentes e de que forma prioriza evidências. O desenho orientado a citações e a parceria com um publisher de referência são bons sinais, mas o uso responsável exige sempre checagem na fonte.

    O que é o Consensus

    Consensus é um mecanismo de busca com IA voltado à pesquisa acadêmica. A plataforma responde perguntas a partir de um índice curado de literatura revisada por pares, apresenta sínteses com citações transparentes e foi desenhada para apoiar revisões de literatura, conectando cada resposta ao artigo original e incentivando o clique para leitura integral. Seu objetivo declarado é ser o destino para descobrir, entender e agir com base em pesquisa confiável, tornando o melhor conhecimento do mundo mais acessível em ambientes “AI-first”.


    Fonte: Consensus
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  • Iniciativas de IA do Google expandem a fronteira da ciência no Brasil

    A pesquisa científica brasileira vive uma desfios conhecidos: financiamento limitado, burocracias, assimetria de infraestrutura e carência de quadros técnicos. Ao mesmo tempo, atravessa uma janela rara de oportunidade. A inteligência artificial amadureceu a ponto de encurtar ciclos de descoberta, ampliar a escala de experimentos e conectar atores que tradicionalmente trabalham separados. Quando esse efeito chega de modo coordenado, a distância entre hipótese e resultado diminui e o impacto social aumenta.

    É nesse contexto que um conjunto de iniciativas do Google Brasil se organiza para dar mais velocidade a quem investiga, ensina, formula políticas públicas e transforma conhecimento em soluções de mercado.

    O cenário que se apresenta reúne três movimentos complementares.

    Primeiro, a disponibilidade de ferramentas de IA aplicadas a problemas científicos, com destaque para modelos que antecipam estruturas biológicas e simulam materiais.

    Segundo, o investimento estruturado em talentos, que mantém a renovação do ecossistema e assegura visão crítica sobre riscos e oportunidades. Terceiro, a aproximação com setores estratégicos da economia, que convertem avanços de laboratório em ganhos de produtividade, segurança e sustentabilidade.

    Colocados lado a lado, esses vetores compõem uma agenda prática para que universidades, governo e indústria colaborem de forma contínua e responsável.

    O que muda quando a IA entra na bancada do pesquisador

    A IA já encurta caminhos em biologia, saúde, ciência de materiais e computação quântica. Um exemplo que se tornou referência é o AlphaFold, desenvolvido pela Google DeepMind, capaz de prever estruturas de milhões de proteínas com acurácia suficiente para orientar ensaios de bancada. Na prática, décadas de tentativas e erro passam a caber em semanas de iteração orientada por dados, o que abre espaço para priorizar hipóteses com maior probabilidade de êxito.

    No Brasil, mais de quarenta mil pesquisadores têm acesso ao AlphaFold Database, o que amplia a capacidade de investigar doenças negligenciadas, como a Doença de Chagas, e de explorar alvos terapêuticos com mais velocidade. Para grupos de pesquisa que operam com orçamentos comprimidos, essa eficiência é decisiva, ela realoca tempo e recursos para etapas de validação e teste, onde está o custo maior.

    Um encontro que reuniu ciência, políticas públicas e tecnologia

    A convergência entre comunidades aconteceu de forma simbólica em São Paulo, com um evento dedicado exclusivamente à ciência, realizado em 1º de dezembro de 2025. No Museu de Arte de São Paulo, mais de cem participantes, entre pesquisadores, formuladores de políticas, especialistas do Google e da Google DeepMind, discutiram caminhos para incorporar a IA a desafios locais.

    Reunir esses atores no mesmo espaço é fundamental para acelerar o alinhamento entre prioridades científicas e necessidades da sociedade, ao mesmo tempo em que facilita o entendimento regulatório e ético. A partir dessas conversas, amadurecem projetos que não dependem apenas de tecnologia, mas de governança, métricas de impacto e capacidade de transferência de conhecimento.

    Para que a adoção seja sustentável, é preciso investir em pesquisa sobre impactos e salvaguardas. Foi anunciada uma parceria de três anos com o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo para a criação de uma Cátedra de IA Responsável. Sob a liderança do professor e economista Carlos Américo Pacheco, a iniciativa nasce com missão dupla: produzir conhecimento sobre riscos, oportunidades e marcos regulatórios, e formar profissionais capazes de operar sistemas de IA em contextos reais, considerando vieses, transparência, privacidade e segurança. Esse tipo de arranjo fortalece a inteligência institucional de quem formula políticas, guia boas práticas em revistas científicas e cria repertório crítico nos programas de pós-graduação.

    Talentos em primeiro plano: o impulso do Google PhD Fellowship

    Sem pessoas bem formadas, não há ecossistema que se sustente. Em 2025, o programa Google PhD Fellowship foi expandido para a América Latina, com inclusão do Brasil. O apoio financeiro e de mentoria alcança centenas de doutorandos em áreas de fronteira, o que alimenta laboratórios com novas ideias e técnicas. Oito pesquisadores de seis universidades brasileiras integram a turma global de 255 estudantes apoiados, em uma iniciativa que soma mais de dez milhões de dólares em investimento do Google.org.

    Além do fomento individual, o programa articula uma rede internacional, que facilita coautorias, acesso a conjuntos de dados e circulação de resultados. Para o país, significa reduzir a distância entre produção local e o estado da arte, e para a comunidade editorial, a chance de elevar padrões de reprodutibilidade, documentação e abertura de código.

    Colaboração com a Embraer

    O terceiro pilar dessa agenda liga ciência e competitividade. Foi anunciada uma colaboração estratégica com a Embraer para explorar aplicações de IA na indústria aeronáutica. O objetivo imediato é mapear frentes de pesquisa e desenvolvimento em que modelos de IA possam transformar processos, do desenho aerodinâmico à manutenção preditiva, da otimização de rotas ao consumo de combustível, do planejamento de cadeia de suprimentos à segurança operacional.

    A Embraer é uma referência global e acumula experiência em inovação regulada, o que cria um campo de prova exigente para soluções que, se bem-sucedidas, irradiam benefícios para outros setores intensivos em engenharia no Brasil.

    Oportunidade que pede compromisso de longo prazo

    O Brasil já possui grupos de excelência, redes de colaboração e uma indústria com ambição global. A chegada coordenada de ferramentas avançadas, programas de bolsas e parcerias setoriais oferece massa crítica para dar um salto. O sucesso depende da capacidade de manter diálogo entre ciência, sociedade e mercado, de garantir que a formação acompanhe a velocidade da tecnologia e de construir governança que trate a IA como meio para resolver problemas públicos.

    Com esse compromisso, o país transforma um momento favorável em política de Estado e aproxima resultados de impacto das necessidades urgentes de saúde, meio ambiente e produtividade.


    Fonte: Blog do Google Brasil
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  • Curso de Jornalismo da Unemat lança nova edição de revista científica

    O Curso de Jornalismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) lançou, em 30 de dezembro de 2025, a 18ª edição da revista científica Comunicação, Cultura e Sociedade (RCCS), publicação semestral vinculada ao programa de graduação e ao Grupo de Pesquisa em Comunicação da instituição.

    A edição, com o título temático "Comunicação: Desafios e (im)possibilidades", reúne dez artigos científicos e uma entrevista que apontam debates contemporâneos no campo da Comunicação, abordados por pesquisadores de distintas formações acadêmicas e regiões. Entre os campos de investigação estão: design gráfico, cinema, publicidade e propaganda, jornalismo, comunicação organizacional, games e mídias sociais. 

    A curadoria editorial foi realizada pelos professores Lawrenberg Advíncula da Silva e Sonia Regina Soares da Cunha, responsáveis pela organização e editoração científica da edição. O processo editorial considerou o contexto sociopolítico do país, em especial a proximidade das eleições presidenciais de 2026, e a celebração dos 20 anos do curso de Jornalismo da Unemat, marco institucional também celebrado no ano corrente. 

    Entre os temas tratados nos artigos publicados, destacam-se:

    • O papel do design gráfico em capas de bandas de punk como uma forma de contestação política;
    • O cinema documental como prática de memória social;
    • A publicidade de moda como vetor de debates sobre racismo e diversidade cultural;
    • O potencial tático das mídias sociais, especialmente a plataforma TikTok, na construção de sentidos comunicacionais. 

    A edição também inclui uma entrevista com o professor Deivison Moacir Cezar de Campos, importante pesquisador na perspectiva afrodiaspórica da Comunicação, intitulada "Por uma Comunicação e Epistemologias mais antirrracistas".

    Os artigos estão disponíveis para acesso através da plataforma de periódicos da Unemat, onde a RCCS é indexada e pode ser consultada por pesquisadores, docentes e estudantes engajados com estudos em comunicação e áreas correlatas.

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    Fonte: Unemat
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  • IEMA lança sua primeira revista técnico-científica e marca 10 anos da instituição

    O Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA) lançou, em 19 de dezembro de 2025, sua primeira Revista Técnico-Científica, consolidando um marco nos 10 anos da instituição. A publicação, em formato eletrônico, é voltada à difusão gratuita do conhecimento científico e à valorização da produção acadêmica no estado, com foco na educação pública e na inovação. O lançamento ocorreu em evento virtual aberto à comunidade científica. 

    Na edição inaugural, 20 trabalhos foram aprovados por uma comissão avaliadora entre 300 submissões, contemplando pesquisas em tecnologia e inovação, saúde e bem-estar, sustentabilidade e meio ambiente, além de educação e desenvolvimento social. Os artigos foram produzidos por professores, estudantes e pesquisadores de diferentes instituições e seguiram normas editoriais e template definidos em edital. 

    A revista conta com corpo editorial estruturado no próprio Instituto; entre os editores-chefes está Alexandre Costa, coordenador de Pesquisa e Inovação do IEMA. A iniciativa, conduzida sob liderança da diretora-geral Cricielle Muniz, busca aproximar a ciência do cotidiano dos alunos, ampliar a visibilidade de projetos realizados na rede e fortalecer o ecossistema acadêmico maranhense.

    Para conhecer a Revista Técnico-Científica do IEMA, acesse rtc.iema.ma.gov.br.


    Fonte: Jornal Pequeno
    Texto produzido com auxílio de Inteligência Artificial e revisado pelo autor.
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