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Universidade do Vale do Itajaí
CIBS / Farmanguinhos / Fiocruz
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Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT)
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Universidade Federal de Alfenas
Editora Reativar Ambiental
Associação dos Médicos Estomatologistas Portugueses (Portugal)
A OpenAI anunciou o lançamento do Prism, um novo espaço de trabalho gratuito e nativo em LaTeX, projetado para apoio à escrita e colaboração científica, com integração direta do modelo de IA GPT-5.2 ao fluxo de trabalho de pesquisa.
O Prism tem como objetivo unificar tarefas fragmentadas do cotidiano de pesquisadores — como rascunho de artigos, revisão de textos, gestão de citações, integração de literatura acadêmica e colaboração em tempo real entre coautores — em um único ambiente na nuvem, eliminando a necessidade de alternar entre múltiplas ferramentas e softwares.
Construído sobre as bases de um editor LaTeX na nuvem, o Prism oferece:
Espaço de trabalho unificado com suporte a LaTeX para redigir e compilar documentos científicos;
Colaboração em tempo real com número ilimitado de projetos e coautores;
Ferramentas de IA integradas para revisão automática, sugestões de texto, formatação e busca bibliográfica;
Integração dos recursos de IA diretamente dentro do documento, com acesso total à estrutura do manuscrito — incluindo equações, referências e figuras — para suporte contextualizado.
A plataforma está disponível gratuitamente para qualquer pessoa com conta pessoal no ChatGPT, com planos futuros para usuários do ChatGPT Business, Enterprise e Education.
O lançamento do Prism representa um passo importante na estratégia da OpenAI de integrar ferramentas de IA diretamente ao processo de pesquisa científica, buscando reduzir atritos operacionais e acelerar a produção de conhecimento no meio acadêmico.
Fonte: OpenAI
Texto produzido com auxílio de Inteligência Artificial e revisado pelo autor.
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O periódico científico Cadernos Ibero-Americanos de Direito Sanitário (Ciads), editado pelo Programa de Direito Sanitário da Fiocruz Brasília, anunciou um conjunto de novos compromissos editoriais alinhados aos princípios da Ciência Aberta, que passarão a vigorar a partir de 2026.
Uma das principais mudanças é a adoção do modelo de publicação contínua em volume único anual, o que permitirá maior agilidade na divulgação de pesquisas, com artigos sendo publicados assim que aprovados no processo editorial, sem a necessidade de aguardar a organização de fascículos tradicionais. Esta mudança visa acelerar a comunicação dos resultados científicos mantendo o rigor acadêmico da revista.
Outra atualização relevante refere-se ao processo de avaliação por pares. Com a concordância de autores e avaliadores, a partir de 2026 o Ciads permitirá a interação direta entre autores e pareceristas e a disponibilização pública dos pareceres emitidos para artigos aprovados, ampliando a transparência do processo editorial e reconhecendo o trabalho desempenhado pelos avaliadores científicos.
Essas diretrizes se somam a práticas gradualmente incorporadas pelo periódico desde 2023, como a divulgação dos nomes dos editores responsáveis pelos artigos e, desde 2025, o incentivo à disponibilização de dados e materiais de pesquisa em servidores de preprints, em consonância com padrões de Ciência Aberta.
Segundo o editorial, as mudanças reafirmam o compromisso institucional do Ciads com a integridade científica, responsabilidade editorial e democratização do conhecimento, fortalecendo o impacto social do conhecimento jurídico-sanitário em um contexto global de desafios sanitários, desigualdades no acesso à informação e crises de confiança na ciência.
Fonte: FIOCRUZ
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Um novo editorial publicado na revista Science discute o papel da inteligência artificial (IA) na ciência, destacando que a adoção indiscriminada de ferramentas de IA pode degradar a qualidade da literatura científica.
O texto, assinado por H. Holden Thorp, editor-chefe dos periódicos Science, começa refletindo sobre a crescente presença da IA em todos os aspectos da pesquisa acadêmica e da educação, incluindo buscas por artigos, redação e até revisão por pares. Apesar do entusiasmo em torno das capacidades das tecnologias de linguagem avançada, ele alerta contra a ideia de que a IA deverá substituir pesquisadores humanos no processo de produção de conhecimento.
Thorp ressalta que o uso de IA pode trazer benefícios, como auxiliar na identificação de falhas ou na verificação da conformidade com políticas editoriais — por exemplo, na avaliação do compartilhamento de dados em artigos científicos. No entanto, ele enfatiza que os resultados gerados por essas ferramentas precisam ser cuidadosamente avaliados por especialistas humanos. Sem essa supervisão, há um risco de que a literatura científica se encha de conteúdos de baixa qualidade — o que o autor denomina “AI slop” (algo como “sucata de IA”).
Para Thorp, a preservação da qualidade e da integridade das publicações científicas depende de um equilíbrio entre inovação tecnológica e rigor editorial baseado na experiência humana, reafirmando a importância de revisão e julgamento de pesquisadores experientes mesmo em um cenário cada vez mais automatizado.
Fonte: Science
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A linha tênue entre crédito e responsabilidade na ciência fica evidente quando um artigo chega à etapa de autoria. Em meio a pressões por produtividade, colaborações multicêntricas e novas ferramentas digitais, não é raro que equipes se perguntem quem merece crédito, em que ordem e com quais deveres.
No artigo “Integridade na pesquisa: por que o crédito exige responsabilidade?”, publicado na semana passada, mostramos que a confiança do leitor depende de identificar claramente quem fez o quê e quem responde pelo quê. No artigo de hoje, trazemos as recomendações sobre papéis de autores e contribuição do International Committee of Medical Journal Editors - ICMJE (Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas, em tradução livre), que oferecem um excelente caminho para reduzir conflitos, garantir justiça e, principalmente, assegurar que quem assina possa responder pelo que foi publicado.
Assinar um artigo não é apenas receber crédito acadêmico, social e até financeiro. É assumir responsabilidade e prestar contas por tudo o que foi publicado. Nessa perspectiva, a autoria precisa refletir contribuições intelectuais substanciais, em vez de favores, posição hierárquica ou participação de rotina. A clareza sobre quem fez o quê e quem responde pelo quê sustenta a confiança do leitor e a credibilidade da revista. Quem é incluído como autor recebe reconhecimento e deve assumir responsabilidade, aceitando o encargo de responder por questões de exatidão e integridade do trabalho.
A dimensão ética da autoria também envolve equidade. Editores são alertados para a prática de excluir pesquisadores locais de países de baixa e média renda quando os dados provêm desses contextos. A presença de autores locais agrega interpretação contextual, fortalece a justiça na colaboração e melhora as implicações práticas da pesquisa. A ausência injustificada desses pesquisadores deve levantar questionamentos editoriais e pode motivar a rejeição do manuscrito.
Outro ponto central é que a mera lista de nomes não comunica a natureza das contribuições. Por isso, muitos periódicos passaram a solicitar e publicar, ao menos em pesquisas originais, descrições das contribuições de cada participante. Políticas de contribuição, como a Taxonomia CRediT, reduzem ambiguidades ao tornar visível o trabalho efetivamente realizado, embora não definam, por si, quanta contribuição qualifica alguém como autor. É justamente para preencher essa lacuna que o ICMJE propõe critérios cumulativos de autoria, adotáveis por qualquer periódico, distinguindo com mais precisão quem deve assinar de quem deve ser reconhecido como colaborador.
O ICMJE propõe quatro critérios cumulativos. Para ser autor, o pesquisador deve:
Quem assina precisa identificar que os coautores responderam por outras partes, além de confiar na integridade do grupo. Todos os listados devem cumprir os quatro critérios, e todos os que os cumprirem devem ser listados como autores.
As recomendações alertam para a exclusão de pesquisadores locais em estudos realizados em países de baixa e média renda, prática que prejudica a justiça e a interpretação contextual dos achados. A decisão sobre quem é autor deve ser construída pela própria equipe, preferencialmente desde o desenho do estudo, com revisões conforme o projeto evolui. Em caso de impasse, a investigação cabe às instituições onde o trabalho foi realizado, não ao editor.
A ordem de autoria é decisão coletiva dos autores, não do periódico. Pedidos de inclusão ou retirada de nomes após a submissão ou mesmo depois da publicação exigem uma justificativa formal e concordância por escrito de todos os autores listados e da pessoa a ser incluída ou excluída. Essa prática cria um rastro documental mínimo para proteger a integridade do registro e prevenir disputas posteriores.
Embora toda a equipe compartilhe responsabilidade, uma pessoa conduz a interlocução com o periódico. O autor de correspondência garante que os trâmites administrativos sejam cumpridos: do envio de aprovações éticas e registros de ensaios às declarações de conflitos de interesse. Ele precisa estar disponível durante a avaliação por pares e também após a publicação, para responder a críticas e providenciar dados ou informações adicionais se surgirem questionamentos. É recomendável que editores copiem a correspondência a todos os autores, reforçando transparência e alinhamento interno.
Em estudos de grandes colaborações, a regra é a mesma. O ideal é definir antes do início quem será autor e confirmar antes da submissão. Se o nome do grupo aparece na assinatura, o autor de correspondência deve nomear claramente os membros que respondem como autores e aqueles que atuam como colaboradores. Bases como a MEDLINE indexam como autores os nomes que constam na linha de autoria e, quando há nota explicativa, podem listar membros do grupo como autores ou colaboradores, conforme indicado.
Contribuidores que não atendem a todos os quatro critérios não devem assinar, porém devem ser reconhecidos. Exemplos típicos, quando isolados, incluem obtenção de financiamento, supervisão geral de grupo, apoio administrativo, assistência de escrita, edição técnica, revisão de idioma e revisão de provas. O reconhecimento pode ser individual ou coletivo, sempre especificando a natureza da contribuição, por exemplo consultoria científica, coleta de dados, cuidado de pacientes ou suporte de redação. Como o reconhecimento pode ser interpretado como endosso, editores devem exigir que o autor de correspondência obtenha permissão por escrito de todos os reconhecidos.
O ICMJE orienta que o uso de tecnologias assistidas por IA seja declarado no ato da submissão, descrevendo como foi utilizado, seja para assistência de escrita, coleta e análise de dados ou geração de figuras. Chatbots e modelos de linguagem não podem ser autores, já que não assumem responsabilidade por precisão, integridade e originalidade, requisitos centrais de autoria. Cabe aos humanos revisar, editar, checar originalidade e atribuir corretamente material citado, incluindo imagens. Se a IA tiver servido como apoio de escrita, o local apropriado para o reconhecimento é a seção de agradecimentos.
Periódicos que adotam uma política de autoria clara reduzem ambiguidades e favorecem transparência. Ao solicitar que os autores detalhem as contribuições, por exemplo por meio de taxonomias de função de colaboração, editores ajudam a distinguir autoria de colaboração qualificada. Mecanismos padronizados para declaração de conflitos de interesse, verificação de aprovações éticas e registro de ensaios fortalecem a governança do periódico, reduzem retrabalhos e protegem suas decisões editoriais.
Incluir discussão de autoria no plano de projeto, com revisões em marcos críticos, previne controvérsias. Registrar, ainda que de forma simples, decisões de ordem de autoria e responsabilidades evita mal entendidos, especialmente em consórcios. Garantir a inclusão de pesquisadores locais quando os dados vêm de seus contextos agrega relevância, fortalece parcerias e melhora a interpretação dos resultados. Manter todos os autores informados da correspondência com a revista consolida a responsabilidade coletiva.
As diretrizes do ICMJE atualizam a compreensão de autoria para uma ciência que é cada vez mais colaborativa e digital. Ao separar autoria de contribuição, exigir responsabilidade compartilhada e pedir transparência sobre IA, elas protegem leitores, autores e revistas. Para editores, adotar e comunicar essas regras reduz retratações, cartas de disputa e desgaste editorial. Para pesquisadores, elimina arestas de negociação e permite que a energia volte ao lugar certo, que é a qualidade da pesquisa.
Fonte: ICMJE
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A Ciência da Informação Express (CIExpress), periódico científico de acesso aberto editado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), lançou uma chamada para submissões de trabalhos que integrarão um dossiê temático sobre Experiência Institucional em Ciência Aberta em 2026.
Esse dossiê tem como objetivo reunir estudos, relatos de experiência e reflexões críticas de pesquisadores, bibliotecários e gestores sobre práticas institucionais relacionadas à Ciência Aberta — movimento que promove transparência, acesso amplo e participação colaborativa na produção e disseminação do conhecimento científico.
A iniciativa vem ao encontro da missão da revista de promover debates relevantes na área da Ciência da Informação, incluindo temas como biblioteconomia, documentação, arquivologia, tecnologia da informação e políticas de comunicação científica.
A chamada reforça a importância de compartilhar experiências que tenham impacto tanto na comunicação científica quanto na cultura institucional, fortalecendo práticas que facilitem o acesso aberto ao conhecimento e a participação de uma comunidade acadêmica mais ampla.
Fonte: CIExpress
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A direção do Programa SciELO comunicou oficialmente à presidência do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em 5 de janeiro, uma “Moção de apelo ao CNPq em prol do financiamento dos periódicos científicos de qualidade do Brasil”, aprovada por membros do Comitê Consultivo da coleção SciELO Brasil, que atualmente indexa e publica 328 periódicos científicos de diversas áreas.
O documento alerta para a preocupante situação de sustentabilidade das revistas científicas brasileiras, muitas das quais dependem de financiamento de agências federais para manter a publicação em acesso aberto sem cobrança de taxa de publicação (APC). Depois da descontinuidade do Programa Editorial do CNPq em 2023 e uma chamada lançada em maio de 2024, não há informações sobre novo edital ou continuidade de recursos até o fim de 2025, deixando periódicos sem perspectiva clara de financiamento.
A moção, assinada por editoras e editores-chefes de periódicos de diferentes áreas do conhecimento, ressalta que a falta de financiamento adequado compromete não só a publicação dos periódicos, mas também a visibilidade e impacto da produção científica nacional, prejudicando as comunidades acadêmicas que eles representam.
Em resposta ao SciELO em 15 de janeiro, o CNPq informou que será lançada uma Chamada Editorial prevista para o primeiro quadrimestre de 2026, sob responsabilidade da Coordenação-Geral de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. O documento foi enviado por email à base de assinantes do SciELO e compartilhado na Rede Brasileira de Portais de Periódicos - Rede Tulipa.
Na última quinta-feira, 22, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República divulgou em sua página que o Governo autorizou a recomposição do orçamento de 2026 do CNPq. Foi destinado um crédito suplementar de R$ 186,3 milhões ao CNPq, conforme Portaria GM/MPO nº 12/2026, publicada no Diário Oficial da União em 20 de janeiro. Esses recursos são direcionados a ações de formação, capacitação e fixação de recursos humanos, além de apoiar a manutenção de bolsas e o fortalecimento da pós-graduação e da pesquisa científica no país.
A recomposição do orçamento integra um crédito suplementar total de R$ 1,36 bilhão ao Orçamento Fiscal da União, distribuído entre ministérios e instituições federais com foco em ciência, educação e assistência estudantil, garantindo a continuidade de políticas públicas estratégicas. Além disso, foram recompostos R$ 977 milhões para instituições federais de ensino, incluindo universidades e a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, e R$ 230 milhões via CAPES para bolsas de pesquisa e pós-graduação.
Segundo o presidente do CNPq, Olival Freire Junior, o reforço orçamentário permite retomar metas definidas no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), recuperando cortes anteriores e oferecendo maior estabilidade para o sistema de ciência e tecnologia.
Fontes: SciELO e Secom
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Embora as manchetes de jornais costumem focar em escândalos científicos chocantes, como pesquisas envolvendo prisioneiros executados ou médicos com dezenas de artigos retirados, esses casos representam apenas uma fração do que ocorre nos bastidores das publicações acadêmicas. Um editorial de 2023 publicado na Principles and Practice of Clinical Research Journal (PPCRJ) explora a "vida secreta" das retratações, revelando que, embora ainda sejam estatisticamente raras (cerca de 0,02% a 0,04% dos artigos médicos), o número de retratações tem crescido de forma mais acelerada do que a taxa de publicação de novos trabalhos nos últimos 20 anos.
O editorial, que analisou dados da Retraction Watch Database entre 2018 e 2023, aponta o plágio como a causa mais comum de retratação. Esse fenômeno é alimentado, em grande parte, pelo sistema "publish or perish" (publicar ou perecer), que recompensa pesquisadores pela quantidade de publicações em detrimento da qualidade ou integridade.
Existem diversas formas de plágio que assombram as revistas médicas:
Curiosamente, o uso de softwares de detecção não resolveu o problema por completo, pois autores podem usar essas mesmas ferramentas para contornar a detecção, e nem toda similaridade é, de fato, má conduta.
Entre os países, a China lidera o ranking com 45,07% das retratações analisadas, seguida pelo Paquistão (6,34%) e Índia (5,63%). O governo chinês tem tentado implementar políticas rigorosas, incluindo punições sociais e restrições de crédito, para combater a má conduta científica, mas com sucesso limitado até o momento.
Dentre as especialidades médicas, a Oncologia (9,86%), a Cardiologia (9,15%) e a Oftalmologia (8,45%) são as áreas médicas com maior volume de artigos retirados por plágio.
Um dos pontos mais críticos destacados pelo editorial é o tempo que se leva para retratar um artigo. Enquanto a mediana para casos de plágio é de 9,5 meses, procedimentos de investigação podem levar anos. Durante esse intervalo, o artigo questionável continua sendo citado e, pior, pode ser incluído em revisões sistemáticas e metanálises que fundamentam diretrizes clínicas e decisões de saúde pública.
Estima-se que leve cerca de três anos para que uma retratação seja devidamente indexada no PubMed, evidenciando uma lacuna perigosa na comunicação científica.
O editorial cita exemplos na literatura sobre Acidente Vascular Cerebral (AVC) para ilustrar diferentes falhas:
A conclusão do editorial revela que a comunidade acadêmica precisa de estratégias mais eficazes para a detecção precoce de má conduta e processos de retratação mais ágeis e transparentes.
Fonte: PPCRJ
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Em 2025, o tema integridade na pesquisa científica emergiu como uma das pautas centrais no cenário editorial acadêmico global, refletindo a crescente urgência em proteger a credibilidade da ciência diante de desafios como desinformação, artigos gerados por IA, fraudes e práticas predatórias de publicação. Em um retrospecto mês a mês, a consultoria KnowledgeWorks Global Ltd. destacou uma série de episódios que ilustram como esse debate evoluiu ao longo do ano e influenciou tanto editores quanto pesquisadores de todo o mundo.
Logo em janeiro, um caso de citações “escondidas” chamou a atenção: o International Journal of Innovative Science and Technology foi alvo de investigação depois que mais de 80 000 citações foram inseridas em metadados sem referências correspondentes nos artigos, levando a ações disciplinares pela Crossref. Já em fevereiro, o blog Retraction Watch relatou um surto de retrações em massa, com a revista Neurosurgical Review removendo 129 manuscritos que haviam sido inundados por artigos gerados por inteligência artificial.
À medida que o ano avançou, grandes editoras como Wiley, Elsevier e Springer Nature começaram a incorporar ferramentas de IA para triagem de integridade, detectando plágio, conteúdo fabricado e problemas de citação ainda na submissão dos manuscritos. Em abril, surgiram casos de uso de IA não divulgados pelos autores, destacando a necessidade de maior transparência no uso dessas tecnologias. Em maio, a gravidade com que as instituições tratam fraudes ficou evidente com a revogação de tenure de uma professora na Harvard Business School por suposta falsificação de dados.
Um avanço metodológico foi a proposta do Research Integrity Index (RI²) em junho, uma métrica alternativa que avalia a vulnerabilidade institucional a questões de integridade com base em retratações, publicações problemáticas e padrões anômalos de citação. Em julho, redes de manipulação de revisão por pares foram expostas, levando à retração de mais de 122 artigos e à suspeita de milhares de outros.
Nos meses seguintes, debates sobre manuscritos falsos sofisticados gerados por IA ganharam destaque (agosto), uma investigação expôs um paper mill europeu responsável por aproximadamente 1 500 trabalhos fraudulentos (setembro), e casos de manipulação de imagens em pesquisas resultaram em múltiplas retratações (outubro). O ano se encerrou com a desindexação da revista Science of the Total Environment da base de dados Web of Science devido a preocupações com práticas editoriais irregulares.
O balanço de 2025 evidencia que, em meio às pressões por maior volume de publicações e velocidade na pesquisa, a comunidade científica intensificou seus esforços para reforçar a confiança e a transparência nos processos editoriais, utilizando novas ferramentas e enfrentando desafios éticos complexos que moldarão o futuro da publicação científica.
Fonte: KGL
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Dos desafios éticos da inteligência artificial às conquistas no Qualis, passando por políticas públicas, boas práticas editoriais e alertas contra fraudes, os temas deste episódio dialogam diretamente com quem edita, avalia e produz ciência no país.
A atribuição de autoria e reconhecimento acadêmico vai além da formalidade: envolve ética, transparência e compromisso com a confiabilidade da ciência. Práticas inadequadas de crédito comprometem a credibilidade dos resultados e enfraquecem a confiança no sistema científico.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/integridade-na-pesquisa-por-que-o-credito-exige-responsabilidade
A incorporação de IA no fluxo editorial traz ganhos de eficiência, mas também dilemas éticos complexos. Autoria assistida, revisão automatizada e ferramentas antifraude exigem diretrizes claras para não comprometer a integridade científica.
Resultados positivos no Qualis reforçam a importância de estratégias editoriais profissionais, desde o design da informação até a gestão de fluxos e indexações. A qualificação é consequência de decisões técnicas bem fundamentadas.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/revistas-atendidas-pela-geniusdesign-celebram-resultados-expressivos-no-qualis-periodicos
A clonagem de periódicos científicos se consolida como uma ameaça real à comunidade acadêmica. A fraude digital explora a reputação de revistas legítimas e exige vigilância redobrada por parte de editores e autores.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/ciencia-na-mira-de-golpe-digital-revistas-brasileiras-clonadas-enganam-pesquisadores
Indicadores recentes apontam retomada na produção científica nacional, embora persistam entraves como financiamento instável, desigualdades regionais e dependência de políticas de longo prazo para consolidação do sistema científico.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/ciencia-brasileira-retoma-crescimento-mas-mantem-desafios-estruturais
Diante desses temas, quais práticas editoriais, éticas ou tecnológicas apresentadas aqui podem ser incorporadas desde já à sua revista para fortalecer qualidade, segurança e impacto científico?
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